Captação de pacientes

Quanto custa marketing médico: como funcionam fee mensal, verba de mídia, setup e contrato de uma agência

Quanto custa marketing médico: fee da agência x verba de mídia, o que é setup, o que encarece o projeto e como comparar propostas com justiça.

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ADR Marketing
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Calculadora sobre uma mesa de escritório
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Em resumo

O custo de marketing médico tem pelo menos duas partes que não devem ser confundidas: o honorário da agência (geralmente um fee mensal, às vezes com setup inicial) e a verba de mídia, paga diretamente ao Google e à Meta. Produção de vídeo, site e ferramentas podem entrar à parte. O valor final depende do escopo, do número de canais e especialidades, da senioridade de quem opera e do contrato. Compare propostas pelo que cada uma entrega, não só pelo número no fim.

Quanto custa marketing médico depende de duas contas que precisam ficar separadas: quanto você paga à agência pelo trabalho e quanto você investe em anúncios, pago diretamente ao Google e à Meta. A primeira costuma ser um fee mensal, às vezes com uma taxa inicial de setup. A segunda é a verba de mídia, que varia conforme a especialidade, a região e o objetivo. Produção de vídeo, site e ferramentas podem somar à parte.

Não existe preço de tabela que sirva para qualquer clínica — e desconfie de quem oferece um. Este artigo explica como os custos costumam ser compostos, o que faz um projeto custar mais ou menos e como comparar propostas sem cair na armadilha de olhar só o número final. A ADR não publica tabela de preços: cada proposta sai do diagnóstico da clínica. Por isso, aqui você não vai encontrar valores, e sim a estrutura para entender qualquer orçamento.

As partes do custo de marketing médico

Componente Para quem vai O que paga Observação
Fee mensal (honorário) Agência Planejamento, operação, análise, relatórios É o custo do trabalho
Setup Agência Trabalho inicial de estruturação Pode ser cobrado à parte ou diluído
Verba de mídia Google, Meta Exibição dos anúncios Idealmente paga pela clínica, na conta dela
Produção Agência ou terceiros Vídeos, fotos, design, roteiros Pode estar no fee ou ser avulsa
Ferramentas Fornecedores CRM, automação, agenda online Às vezes a clínica já tem
Presença digital Terceiros Site, hospedagem, domínio Fora do escopo de muitas agências de tráfego

Quando uma proposta mistura tudo num valor único, pergunte quanto é honorário e quanto vira mídia. Sem essa separação, não há como comparar.

Fee mensal: o que ele costuma remunerar

O fee paga o tempo e a competência de quem cuida da sua conta. Em geral, cobre:

  • planejamento das campanhas e da verba;
  • configuração e operação no Google Ads e no Meta Ads;
  • testes de anúncios, públicos e páginas;
  • acompanhamento das políticas de saúde das plataformas e da publicidade médica;
  • relatórios e reuniões de análise;
  • recomendações sobre atendimento e acompanhamento dos contatos.

Os modelos mais comuns no mercado:

  1. Fee fixo mensal, independente da verba. É previsível para a clínica.
  2. Fee por faixa de verba, que sobe quando o investimento em mídia passa de determinado patamar, porque a operação fica maior.
  3. Percentual sobre a verba, mais comum em contas grandes. Pode criar incentivo para aumentar mídia sem necessidade; vale ler com atenção.
  4. Fee fixo com parte variável ligada a indicadores combinados. Exige medição confiável, inclusive de agendamentos, o que depende da clínica registrar a origem dos pacientes.

Nenhum modelo é certo ou errado por si. O importante é entender o que cada um incentiva.

Verba de mídia: o dinheiro que vai para o Google e para a Meta

A verba é o que efetivamente compra a exibição dos anúncios. Ela é paga às plataformas, e o ideal é que saia do cartão ou boleto da própria clínica, em contas no nome dela. Assim, você vê quanto foi gasto e mantém o histórico se trocar de agência.

O que influencia o tamanho da verba:

  • especialidade e procedimento: alguns termos têm clique mais caro porque há mais concorrência;
  • região: capitais e bairros disputados tendem a custar mais que cidades menores;
  • objetivo: preencher muitos horários pede mais verba que testar um procedimento;
  • canais: rodar Google e Meta ao mesmo tempo divide ou soma investimento;
  • capacidade de atendimento: não adianta comprar mais contatos do que a recepção consegue atender.

O artigo quanto investir em marketing médico mostra como estimar um teto de verba a partir da agenda e do ticket.

Setup e contrato: o que observar

O setup costuma cobrir o começo do trabalho: diagnóstico, revisão ou criação de contas, configuração de conversões, organização de públicos, primeiras campanhas e, em alguns casos, roteiros e ajustes no atendimento. Pergunte:

  • o que exatamente o setup entrega;
  • se ele é cobrado de novo em caso de renovação;
  • se ele inclui a mensuração até o agendamento ou só até o clique.

No contrato, observe:

  • prazo mínimo e condições de saída;
  • reajuste;
  • o que está fora do escopo e como é cobrado se for pedido;
  • quem é dono das contas e como os acessos são devolvidos;
  • responsabilidade pela aprovação do conteúdo, que perante o Conselho de Medicina é do médico.

O que faz o marketing médico custar mais ou menos

  • Número de canais. Google e Meta juntos dão mais trabalho que um só.
  • Número de especialidades ou procedimentos. Cada um pede campanha, mensagem e página próprias.
  • Número de unidades. Clínicas com várias unidades multiplicam regiões e configurações.
  • Produção de conteúdo. Vídeos com roteiro e edição custam mais que imagens simples.
  • Senioridade de quem opera. Conta acompanhada por profissional sênior tende a custar mais que conta operada em escala.
  • Escopo comercial. Treinamento de recepção, roteiros de atendimento e acompanhamento de indicadores comerciais acrescentam trabalho.
  • Frequência de reuniões e relatórios.

Um projeto barato com escopo pequeno pode ser exatamente o que um consultório precisa. Um projeto caro pode estar pagando por coisas que a clínica não vai usar. O ponto é a adequação, não o valor absoluto.

Como comparar propostas com justiça

Coloque as propostas lado a lado e responda, para cada uma:

  1. Quanto é honorário e quanto é verba de mídia?
  2. Há setup? O que ele entrega?
  3. Quais canais e quantas campanhas estão incluídos?
  4. A produção de criativos está no fee ou é cobrada à parte?
  5. Quem opera a conta e com que frequência ela é revisada?
  6. O relatório mede até agendamento ou só até clique?
  7. As contas ficam no nome da clínica?
  8. Qual é o prazo mínimo e como funciona a saída?
  9. A proposta respeita a publicidade médica e evita promessas de resultado?

Duas propostas com o mesmo valor final podem ser completamente diferentes quando essas perguntas são respondidas. O artigo como escolher uma agência de marketing médico traz os critérios de qualidade para além do preço.

Simulação ilustrativa: duas clínicas, dois escopos

Para mostrar como o escopo muda o custo, sem citar valores, imagine dois cenários hipotéticos.

Consultório de uma especialidade, uma unidade. O médico quer preencher horários particulares de primeira consulta. A busca pela especialidade na cidade existe, e a recepção já responde rápido. O escopo provável é enxuto: um canal (Google Ads), poucas campanhas, uma página de destino, relatório mensal com contatos e agendamentos. A verba de mídia começa num patamar de teste. O fee reflete pouca operação.

Clínica com três especialidades e duas unidades. A clínica quer crescer em procedimentos de ticket alto, com jornada longa. O escopo provável é maior: dois canais (Google e Meta), campanhas por especialidade e por unidade, roteiros de vídeo, remarketing, acompanhamento de orçamentos em aberto e ajustes no atendimento. A verba se divide entre regiões e objetivos. O fee reflete mais operação e mais análise.

Nos dois casos, a pergunta certa não é “quanto custa”, e sim “o que é preciso fazer para esta clínica, neste momento”. Uma proposta que entrega o escopo da segunda clínica para a primeira cobra por trabalho que ela não vai aproveitar. Uma que entrega o escopo da primeira para a segunda vai parecer barata e ficar curta.

Os cenários são ilustrativos e não representam clientes nem preços da ADR.

Sinais de que o custo está desalinhado

  • A clínica não sabe quanto foi gasto em mídia no mês.
  • O relatório mostra muitos cliques e ninguém sabe quantos viraram consulta.
  • O fee sobe junto com a verba sem explicação de trabalho adicional.
  • Itens básicos aparecem como “extra” a cada mês.
  • A agência pede mais verba antes de a recepção dar conta dos contatos atuais.

Checklist antes de assinar

  1. Honorário e verba de mídia separados por escrito.
  2. Verba paga pela clínica, em contas no nome dela.
  3. Escopo detalhado, com o que não está incluído.
  4. Setup explicado item a item, se houver.
  5. Indicadores de acompanhamento definidos, até o agendamento.
  6. Prazo, reajuste e saída claros.
  7. Responsabilidade de aprovação de conteúdo combinada.
  8. Nenhuma promessa de posição, volume de pacientes ou agenda cheia.

A ADR trabalha com tráfego pago no Google Ads e no Meta Ads, posicionamento e autoridade digital e estruturação do comercial, e monta cada proposta a partir do diagnóstico comercial prévio. O que cada frente inclui está em serviços; a lógica do trabalho, na metodologia. Para quem atua em áreas com ticket alto e jornada longa, como marketing para cirurgiões plásticos, a página da especialidade mostra por que o planejamento de verba precisa ser feito com mais cuidado. Para receber uma proposta, o caminho é a página de contato.

Fontes e referências

Perguntas sobre o tema

O que mais se pergunta sobre isso

A verba de anúncios está incluída no valor da agência?

Captação

Na maioria dos modelos, não. O honorário remunera o trabalho da agência; a verba de mídia é paga diretamente ao Google e à Meta, de preferência no cartão ou boleto da própria clínica, em contas no nome dela. Quando uma proposta traz um valor único, pergunte quanto é honorário e quanto chega de fato às plataformas como mídia.

Por que algumas agências cobram setup?

Captação

O setup remunera o trabalho inicial, que costuma ser maior que o mensal: diagnóstico, configuração ou revisão de contas, mensuração, públicos, primeiras campanhas, roteiros e ajustes no atendimento. Nem toda agência cobra separado; algumas diluem esse trabalho no fee. O importante é saber o que o setup entrega e se ele é cobrado de novo em caso de renovação.

Marketing médico mais caro dá mais resultado?

Captação

Não necessariamente. Preço mais alto pode refletir escopo maior, mais canais, operação mais sênior ou produção de conteúdo, o que pode ou não ser o que a sua clínica precisa. Resultado depende de especialidade, região, concorrência, verba, posicionamento e atendimento. Compare o que cada proposta entrega e como cada uma vai medir o trabalho.

Próximo passo

Quer uma proposta montada a partir da sua clínica, e não de uma tabela?

A ADR não trabalha com pacote fixo: o diagnóstico comercial prévio define canal, escopo e verba antes de qualquer valor.

Marketing médico por especialidade